umbanda kimbanda catimbó: caridadeDownload de livros espiritas e espiritualista |http://livreaprendizado.blogspot.com
 JesusAllan Kardec   Chico Xavier  Zélio de Morais  Ramatis  Madre Tereza   Gandhi  Padre Cícero
A meu ver o movimento de Umbanda no Brasil está igualmente ligado ao Espírito de amor do cristianismo. Sem conhecimento de alicerces umbandísticos para formar uma opinião específica eu prefiro acreditar que todos os umbandistas são também grandes cristãos construindo a grandeza da solidariedade cristã no Brasil para a felicidade do mundo.Chico Xavier ."
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caridade

 Caridade é , sobretudo, amizade.
* Para o faminto – é o prato de sopa.
* Para o triste – é a palavra consoladora.
* Para o mau – é a paciência com que nos compete auxiliá-lo
* Para o desesperado – é o auxílio do coração.
* Para o ignorante – é o ensino despretensioso.
* Para o ingrato – é o esquecimento.
* Para o enfermo – é a visita pessoal.
* Para o estudante – é o concurso no aprendizado.
* Para a crianca – é a proteção construtiva.
* Para o velho – é o braço irmão.
* Para o inimigo – é o silêncio.
* Para o amigo – é o estímulo.
* Para o transviado – é o entendimento.
* Para o orgulhoso – é a humildade.
* Para o colérico – é a calma.
* Para o preguiçoso – é o trabalho.
* Para o impulsivo – é a serenidade.
* Para o leviano – é a tolerância.
* Para o deserdado da Terra – é a expressão de carinho.
* Caridade é amor, em manifestação incessante e crescente. É o sol de mil faces, brilhando para todos, e o gênio de mil mãos, amparando, indistintamente, na obra do bem, onde quer que se encontre, entre justos e injustos, bons e maus, felizes e infelizes, porque, onde estiver o Espírito do Senhor aí se derrama a claridade constante dela, a benefício do mundo inteiro.

 Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Viajor. Ditado pelo Espírito Emmanuel. Araras, SP: IDE. 1985. Home

caridade

CARIDADE: QUANTO CUSTA ISSO?

“A caridade é paciente; é branda e benfazeja; a caridade não é invejosa; não é temerária, nem precipitada; não se enche de orgulho; _ não é desdenhosa; não cuida de seus interesses; não se agasta, nem se azeda com coisa alguma; não suspeita mal; não se rejubila com a injustiça, mas se rejubila com a verdade; tudo suporta, tudo crê, tudo espera, tudo sofre.
Agora, estas três virtudes: a fé, a esperança e a caridade permanecem; mas, dentre elas, a mais excelente é a caridade." (São Paulo, 1ª Epistola aos Coríntios, 13: 1 a 7 e 13)





Toda divisão é um multiplicador.
A assertiva acima sintetiza de que forma o universo responde à caridade: bênçãos.
Ainda assim, expressiva quantidade de pessoas vive alheia a esse dever moral e ético.
A sociedade de consumo não apenas incutiu na mentalidade da massa o vício pela consumação e aquisição de bens, mas o apego doentio à matéria e as coisas efêmeras deste mundo.
Quer-se não apenas uma bela roupa, mas há extrema dificuldade de doá-la a quem precisa, mesmo quando não se a usa mais.
Quer-se não apenas um carro, mas que ele seja poupado de caronas a doentes pobres.
Quer-se não apenas uma casa, mas que ela não seja freqüentada por pedintes inoportunos.
Quer-se não apenas lazer, mas que ele não seja interrompido para uma ação beneficente.
Quer-se não apenas saúde, mas que ela não seja utilizada para aliviar a dor alheia.
Quer-se não apenas beleza, mas que ela não seja convocada a prestar serviço em favor dos estropiados.
Quer-se não apenas boa comida, mas o excesso do qual só o resto inapropriado é ofertado aos famintos.
Quer-se poder, mas para uso em benefício próprio, a despeito das esperanças que provoca.
Quer-se justiça, mas não se lhe peça para abrir mão de um direito em favor de um desequilibrado.
Quer-se paz, mas desde que isso não implique em abrir mão dos conflitos em casa, com o vizinho, no trânsito, no trabalho, no coração.
Quer-se amor, mas desde que este não seja compartilhado com inimigos.
Reclama-se muito do mundo de hoje, mas poucos fazem algo efetivo para torná-lo melhor. Lamentavelmente, é grande o número de pessoas que acha que não fazer o mal já é suficiente. Fosse assim, o mundo seria outro.
Muitos acham que basta pagar impostos e que cabe ao Estado cuidar dos desamparados e à religião dos desesperados.
É a lógica do orgulho e do egoísmo.
É preciso agir e fazer uma autocrítica séria e dura consigo mesmo.
Olhai o vosso guarda-roupa, o vosso quarto, vossa casa, o vosso coração. Quantas destas roupas você realmente precisa? E para que estes tantos sapatos, acessórios e futilidades? Quantos remédios perdem a validade na tua farmácia pessoal? Quantas crianças famintas já cruzaram, sem sucesso, teu caminho? Quantas vezes os teus excessos te custaram a tua saúde e paz? Quanto do amor que tens, repartes utilmente? Perguntai a tua consciência, qual foi a última vez que você fez uma caridade que ao mesmo tempo foi desinteressada, afetivamente profunda e ativa, que lhe impôs um sacrifício real e gerou um bem efetivo ao beneficiado?
Chega de discutir se esmola ajuda ou atrapalha!
Caridade é bem mais que isso.
É atitude de respeito e empatia aos milhares de seres humanos sofridos e desafortunados que nos rodeiam e aos milhões que transitam pelo mundo.
Uma palavra de incentivo.
Um ouvido amigo.
Uma prece fraternal.
Um colo oportuno.
Um bom dia ao inimigo.
Um sorriso matinal.
Um bombom a uma criança.
O respeito ao velho.
O silêncio à agressão.
O perdão ao desafeto.
A ética do segredo.
Valorizar a amizade.
A oportuna gratidão.
A doação de algo que se adora.
Um pedido de desculpas.
O esquecimento de si.
O alimentar da esperança.
A demonstração de amor.
Quanto custa isso?
 
Denis Gleyce
do blog http://visaoespirita.blogspot.com.br/

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Caridade, A Meta

Guarda, na mente, que a caridade em teus atos deve ser a luz que vence a sombra. Enquanto não compreendas que a caridade é sempre a bênção maior para quem a realiza, ligando o benfeitor ao necessitado, estarás na fase primária da virtude por excelência.
Poderás repartir moedas, a mãos-cheias; todavia, se não mantiveres o sentimento da amizade em relação ao carente, não terás logrado alcançar a essência da caridade.
Repartirás tecidos e agasalhos com os desnudos; no entanto, se lhes não ofertares compreensão e afabilidade, permanecerás na filantropia.
Atenderás aos enfermos com medicação valiosa; entretanto, se não adicionares ao gesto a gentileza fraternal, estarás apenas desincumbindo-te de um mister de pequena monta.
Ofertarás o pão aos esfaimados; contudo, se os não ergueres com palavras de bondade, não alcançaste o sentido real da caridade.
Distribuirás haveres e coisas com os desafortunados do caminho; não obstante, sem o calor do teu envolvimento emocional em relação a eles, não atingiste o fulcro da virtude superior.
A caridade é algo maior do que o simples ato de dar.
Certamente, a doação de qualquer natureza sempre beneficia aquele que lhe sofre a falta. Todavia, para que a caridade seja alcançada, é necessário que o amor se faça presente, qual combustível que permite o brilho da fé, na ação beneficente.
A caridade material preenche os espaços abertos pela miséria sócio-econômica, visíveis em toda parte.
Além deles, há todo um universo de necessidades em outros indivíduos que renteiam contigo e esperam pela luz libertadora do teu gesto.
A indulgência, em relação aos ingratos e agressivos;
a compaixão, diante dos presunçosos e perversos;
a tolerância, em favor dos ofensores;
a humildade, quando desafiado ao duelo da insensatez;
a piedade, dirigida ao opressor e déspota;
a oração intercessória, pelo adversário;
a paciência enobrecida, face às provocações e à irritabilidade dos outros;
a educação, que rompe as algemas da estupidez e da maldade que se agasalham nas furnas da ignorância gerando a delinqüência e a loucura...
A caridade moral é desafio para toda hora, no lar, na rua, no trabalho.
Exercendo-a, recorda também da caridade em relação a ti mesmo.
Jesus, convivendo com os homens, lecionou exemplificando todas as modalidades da caridade, permanecendo até hoje como o protótipo mais perfeito que se conhece, tornando-a a luz do gesto, que vence a sombra do mal, através da ação do amor.
Caridade, pois, eis a meta.
* * *

Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Vigilância.
Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.
1a edição. Salvador, BA: LEAL, 1987.